terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Quase uma réplica dos ASPONES

Dia de trabalho, redação cheia, muitas tarefas a serem cumpridas: e-mail, telefone, retorno, custos, roteiros, matérias escritas...
Chega uma hora que cansa, então eu, como um bom ser racional, procurei atividades que relaxam a gente, tirei meia horinha pra quebrar a cabeça, literalmente, comecei a jogar quebra-cabeça on-line... Quantas imagens legais, níveis difíceis...
Espero que o meu companheiro de redação Ricardo, não pense que eu não vi que ele também estava tirando uma horinha relaxante no youtube: "eu sei o que você estava fazendo na horinha passada"...
Antes disso, estava enviando um e-mail super importante, quando levei o primeiro susto do dia: trabalho com uma pessoa que entra na sala na surdina, sem fazer nenhum barulhinho, com a finalidade mesquinha de assustar os colegas de trabalho que estão concentrados, assim, chega de mansinho e grita no seu ouvido. Seguindo a linha dos aspones, o que eu pensei na linguagem de memorandos: P.Q.P.Q.S.D.C.V.T.N.C.
Voltando ao quebra-cabeça, foi o 2,3,4,5,6,7... oitavo susto do dia! Tudo porque eu estava montando um pavão. As pessoas têm direito à livre expressão, mesmo que for através da montagem de um belo quebra-cabeça de pavão. Só porque o colega de trabalho está apaixonadinho por uma mulher que tem uma bunda que mais parece um portfólio? Uma coisa não tem nada a ver com a outra! uahuahuhauhauh

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