
Estava tentando escrever sobre quem eu sou e não parava de pensar nas perguntas: quem eu fui? Existiu outra pessoa que não fosse eu?
Tudo começou quando um grupo de amigos que gostam de escrever resolveu se reunir para escrever sobre um mesmo tema e, foi isso que aconteceu: recebi uma missão – escrever sobre quem eu fui e, sobre quem eu sou. Quatro pessoas diferentes, escrevendo sobre a mesma coisa, reunindo-se para discutir sobre seus textos.
A primeira coisa em que pensei foi em falar sobre a minha infância, os ensinamentos que recebi de meus pais, minha família. Tive uma infância maravilhosa e, se fosse falar sobre isso, levaria uns 10 dias e 10 noites aproximadamente, sendo que, tenho 4 dias para fazê-lo. Depois pensei em falar sobre a minha adolescência, que também não foi das piores, mas renderia muitas histórias. Então, a melhor saída seria falar sobre o que eu penso de mim hoje! Assim, não descumpriria outra missão: não escrever demais.
Quando começamos a vasculhar nossa vida, lembrar de tudo que passamos, temos sensações diversas, sentimentos bons, sentimentos ruins, podemos até ter vontade de chorar... de alegria ou de dor.
Então resolvi abandonar o passado, voltar para o presente e tentar entender melhor um processo: a evolução. Quando o filme da minha vida passou na minha cabeça, não pude deixar de notar os altos e baixos, o crescimento, a vida passando, os fatos marcando, as pessoas indo e vindo, as feridas, as cicatrizes, a alegria, a dor, enfim, todos os sentimentos conhecidos e nomeados.
Tive força para chegar até aqui, acertei mais do que errei, tenho minhas fragilidades, não uso máscaras, caí e levantei (várias vezes), a cada dia aprendo coisas novas, estou aprendendo um pouco mais agora (com essa reflexão) e vou aprender mais amanhã, então, amanhã não serei mais a mesma pessoa.
Escrever sobre quem eu fui a cada dia da minha vida seria impossível, escrever sobre quem eu sou (hoje), conhecendo todos os meus defeitos e qualidades, seria perigoso, eu poderia enlouquecer ou descobrir que sou louca, por isso, decidi parar por aqui.
Para quem estiver lendo esse texto, só me conhecendo dia-a-dia para tirar suas conclusões sobre mim, mas vou confessar uma coisa: imagine que estamos apenas eu e você numa sala escura, então, sem olhar nos seus olhos eu sussurro bem baixinho – acho que na verdade, eu sou louca!
Pronto! Agora pode voltar para a sua realidade, lembre-se que existe uma música que diz que, "de perto ninguém é normal" e leia com atenção a minha conclusão:
“Não existe um: eu fui! Na verdade, só existe o: eu sou! Pois sem as minhas vivências, hoje, não seria eu!”
Eu tinha quatro dias para escrever, mas acabei terminando em 30 minutos! Essa não, até o dia da reunião com meus amigos... o que será que vai acontecer?
Tudo começou quando um grupo de amigos que gostam de escrever resolveu se reunir para escrever sobre um mesmo tema e, foi isso que aconteceu: recebi uma missão – escrever sobre quem eu fui e, sobre quem eu sou. Quatro pessoas diferentes, escrevendo sobre a mesma coisa, reunindo-se para discutir sobre seus textos.
A primeira coisa em que pensei foi em falar sobre a minha infância, os ensinamentos que recebi de meus pais, minha família. Tive uma infância maravilhosa e, se fosse falar sobre isso, levaria uns 10 dias e 10 noites aproximadamente, sendo que, tenho 4 dias para fazê-lo. Depois pensei em falar sobre a minha adolescência, que também não foi das piores, mas renderia muitas histórias. Então, a melhor saída seria falar sobre o que eu penso de mim hoje! Assim, não descumpriria outra missão: não escrever demais.
Quando começamos a vasculhar nossa vida, lembrar de tudo que passamos, temos sensações diversas, sentimentos bons, sentimentos ruins, podemos até ter vontade de chorar... de alegria ou de dor.
Então resolvi abandonar o passado, voltar para o presente e tentar entender melhor um processo: a evolução. Quando o filme da minha vida passou na minha cabeça, não pude deixar de notar os altos e baixos, o crescimento, a vida passando, os fatos marcando, as pessoas indo e vindo, as feridas, as cicatrizes, a alegria, a dor, enfim, todos os sentimentos conhecidos e nomeados.
Tive força para chegar até aqui, acertei mais do que errei, tenho minhas fragilidades, não uso máscaras, caí e levantei (várias vezes), a cada dia aprendo coisas novas, estou aprendendo um pouco mais agora (com essa reflexão) e vou aprender mais amanhã, então, amanhã não serei mais a mesma pessoa.
Escrever sobre quem eu fui a cada dia da minha vida seria impossível, escrever sobre quem eu sou (hoje), conhecendo todos os meus defeitos e qualidades, seria perigoso, eu poderia enlouquecer ou descobrir que sou louca, por isso, decidi parar por aqui.
Para quem estiver lendo esse texto, só me conhecendo dia-a-dia para tirar suas conclusões sobre mim, mas vou confessar uma coisa: imagine que estamos apenas eu e você numa sala escura, então, sem olhar nos seus olhos eu sussurro bem baixinho – acho que na verdade, eu sou louca!
Pronto! Agora pode voltar para a sua realidade, lembre-se que existe uma música que diz que, "de perto ninguém é normal" e leia com atenção a minha conclusão:
“Não existe um: eu fui! Na verdade, só existe o: eu sou! Pois sem as minhas vivências, hoje, não seria eu!”
Eu tinha quatro dias para escrever, mas acabei terminando em 30 minutos! Essa não, até o dia da reunião com meus amigos... o que será que vai acontecer?

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