NUNCA É CEDO OU TARDE PARA SENTIR-SE FELIZ!
ESSA É A GRANDE MAGIA...
QUANDO É PRA SER FELIZ... NÓS SOMOS
E QUANDO É PRA SOFRER... NÓS SUPERAMOS!"
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Revira-volta
Já escrevi aqui que desconheço o fim, pois para cada fim, sempre existe um recomeço.
Já escrevi aqui que me desiludi, mas não me arrependi e decidi seguir...
Já escrevi aqui que adoro escrever, e que não deixaria de escrever mais.
Já escrevi aqui que tenho medo de me perder, e que de repente não queria mais ser eu.
Já escrevi tanta coisa aqui, que não sei mais para que ou para quem escrevo.
Tantas coisas que eu gostaria que fossem lidas
Outras que eu gostaria que fossem só minhas
E mesmo assim, eu sinto necessidade de publicar...
Eu poderia escrever e guardar numa gaveta qualquer
Ou criar a minha gaveta especial de sentimentos num pedaço de papel
Mas a necessidade de entender e ser entendida transpõe as dúvidas
E aqui estou eu outra vez... Mostrando um pedaço de mim
E esperando a sua compreensão ou a sua opinião
Mais uma vez tive que tomar uma decisão e como sempre, o fiz bem rápido
Essa minha impulsividade... Às vezes ela me ajuda, mas normalmente, me atrapalha!
Se não tivesse me precipitado lá atrás, não estaria magoada agora
Preciso aprender a não me entregar, ou melhor, me entregar na hora certa
O único problema é conseguir descobrir qual a hora certa... Eu nunca sei!
Nem sei se esse "negócio" de hora certa existe
Sou a favor do "viva o agora antes que o dia acabe"
É exatamente isso que eu vou fazer agora, viver o hoje... Mais uma vez...
Tanta coisa que eu queria escrever aqui, mas a confusão tomou conta de mim nesse momento!
A cada dia que passa parece que eu tenho mais dificuldade em escrever...
Não era para ser o contrário?
Ocorre que a cada dia que passa, meu entendimento sobre o mundo muda pelo menos uma vírgula e essa vírgula, afeta meu entendimento sobre as pessoas, que por sua vez, atinge o meu entendimento sobre meu eu.
Quem sou eu?
Quem é você
Onde estou?
Para onde vou?
Quem eu quero ser?
O que espero de você?
Porque estou aqui?
Para onde quero ir?
Questionamentos atrás de questionamentos
Às vezes sinto que é hora de parar... mas não consigo!
Já escrevi aqui que me desiludi, mas não me arrependi e decidi seguir...
Já escrevi aqui que adoro escrever, e que não deixaria de escrever mais.
Já escrevi aqui que tenho medo de me perder, e que de repente não queria mais ser eu.
Já escrevi tanta coisa aqui, que não sei mais para que ou para quem escrevo.
Tantas coisas que eu gostaria que fossem lidas
Outras que eu gostaria que fossem só minhas
E mesmo assim, eu sinto necessidade de publicar...
Eu poderia escrever e guardar numa gaveta qualquer
Ou criar a minha gaveta especial de sentimentos num pedaço de papel
Mas a necessidade de entender e ser entendida transpõe as dúvidas
E aqui estou eu outra vez... Mostrando um pedaço de mim
E esperando a sua compreensão ou a sua opinião
Mais uma vez tive que tomar uma decisão e como sempre, o fiz bem rápido
Essa minha impulsividade... Às vezes ela me ajuda, mas normalmente, me atrapalha!
Se não tivesse me precipitado lá atrás, não estaria magoada agora
Preciso aprender a não me entregar, ou melhor, me entregar na hora certa
O único problema é conseguir descobrir qual a hora certa... Eu nunca sei!
Nem sei se esse "negócio" de hora certa existe
Sou a favor do "viva o agora antes que o dia acabe"
É exatamente isso que eu vou fazer agora, viver o hoje... Mais uma vez...
Tanta coisa que eu queria escrever aqui, mas a confusão tomou conta de mim nesse momento!
A cada dia que passa parece que eu tenho mais dificuldade em escrever...
Não era para ser o contrário?
Ocorre que a cada dia que passa, meu entendimento sobre o mundo muda pelo menos uma vírgula e essa vírgula, afeta meu entendimento sobre as pessoas, que por sua vez, atinge o meu entendimento sobre meu eu.
Quem sou eu?
Quem é você
Onde estou?
Para onde vou?
Quem eu quero ser?
O que espero de você?
Porque estou aqui?
Para onde quero ir?
Questionamentos atrás de questionamentos
Às vezes sinto que é hora de parar... mas não consigo!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Vivendo...
Um dia eu acreditei que realizaria um sonho. Pensei ter achado um companheiro, um parceiro pra vida toda... Eu acreditei no amor... Senti o amor... Eu vivi o amor.
Com muita dor eu vi o amor se desmanchar aos poucos e levar com ele, dia-a-dia, fragmentos do meu sonho... Constituí família, construí um lar... E assistí as ruínas se desmanchando lentamente, bem na frente dos meus olhos... Quando não restava nem mais um único tijolo inteiro, eu senti que um pedaço de mim, havia ficado enterrado no meio daqueles destroços do que um dia eu imaginei... Seria minha felicidade!
Laços de sangue fizeram-me forte e eu entendi, que aquela dor não ia parar tão cedo, mas forças sobrenaturais brotavam de dentro do meu peito à cada palavra de afeto que ouvia.
Por um tempo eu imaginei que era o fim de tudo... Que não dava mais para sonhar... Passei a me olhar no espelho e ver outra pessoa... Cometi tantos outros enganos... Tantos erros...
Até perceber que se um sonho se vai... Outros virão!
Coloquei na minha cabeça que eu só encontraria a felicidade quando tivesse alguém especial ao meu lado... Só seria verdadeiramente feliz, com alguém ao meu lado... Essa era a minha verdade! Eu acreditava nisso... E demorei tanto pra perceber que estava errada...
Como eu posso jogar nas costas de alguém, a responsabilidade pela minha felicidade? Será que eu imaginava que alguém carregaria o meu amor... Assim como se carrega uma cruz? Meu Deus, o que eu estava pensando... O que eu estava fazendo...
Não percebia que era capaz de ser feliz... Completamente feliz... Aproveitando pequenos momentos... Pequenos detalhes... Tantas coisas me deixam feliz... E eu não preciso de ninguém para me proporcionar momentos de felicidade... Ah, como eu gosto de deitar no chão frio da varanda, olhar para o céu, sentir o sol aquecer de leve o meu corpo, ouvir o canto dos pássaros, sentir o vento nos meus cabelos... E assim adormecer... Sem medos... Sem receios... E despertar... Sentindo um toque em minha mão... Um toque de uma mão pequenina... E um olhar tão profundo... Desses que falam diretamente com o coração, sem declamar uma palavra sequer... E assim lado a lado... Permanecer olhando um céu tão azul... E conhecer a ingenuidade do coração de uma criança... Que olha o mesmo céu, e vê corações de algodão.
A vida podia ser sempre assim... Mas como não é... Quando as coisas ficam complicadas... Essa é a imagem que eu gosto de lembrar... E essas, são as sensações que eu gosto de sentir... E sorrir... Apenas com meus pensamentos...
Não abandonei o sonho de encontrar alguém... Apenas vou ter que mudar a minha linha de raciocínio... Posso deixar uma trilha de momentos bons... Operar um crescimento em valores... E deixar que alguém me encontre... Alguém que realmente queira... Ser feliz comigo!!! Apenas isso...
Com muita dor eu vi o amor se desmanchar aos poucos e levar com ele, dia-a-dia, fragmentos do meu sonho... Constituí família, construí um lar... E assistí as ruínas se desmanchando lentamente, bem na frente dos meus olhos... Quando não restava nem mais um único tijolo inteiro, eu senti que um pedaço de mim, havia ficado enterrado no meio daqueles destroços do que um dia eu imaginei... Seria minha felicidade!
Laços de sangue fizeram-me forte e eu entendi, que aquela dor não ia parar tão cedo, mas forças sobrenaturais brotavam de dentro do meu peito à cada palavra de afeto que ouvia.
Por um tempo eu imaginei que era o fim de tudo... Que não dava mais para sonhar... Passei a me olhar no espelho e ver outra pessoa... Cometi tantos outros enganos... Tantos erros...
Até perceber que se um sonho se vai... Outros virão!
Coloquei na minha cabeça que eu só encontraria a felicidade quando tivesse alguém especial ao meu lado... Só seria verdadeiramente feliz, com alguém ao meu lado... Essa era a minha verdade! Eu acreditava nisso... E demorei tanto pra perceber que estava errada...
Como eu posso jogar nas costas de alguém, a responsabilidade pela minha felicidade? Será que eu imaginava que alguém carregaria o meu amor... Assim como se carrega uma cruz? Meu Deus, o que eu estava pensando... O que eu estava fazendo...
Não percebia que era capaz de ser feliz... Completamente feliz... Aproveitando pequenos momentos... Pequenos detalhes... Tantas coisas me deixam feliz... E eu não preciso de ninguém para me proporcionar momentos de felicidade... Ah, como eu gosto de deitar no chão frio da varanda, olhar para o céu, sentir o sol aquecer de leve o meu corpo, ouvir o canto dos pássaros, sentir o vento nos meus cabelos... E assim adormecer... Sem medos... Sem receios... E despertar... Sentindo um toque em minha mão... Um toque de uma mão pequenina... E um olhar tão profundo... Desses que falam diretamente com o coração, sem declamar uma palavra sequer... E assim lado a lado... Permanecer olhando um céu tão azul... E conhecer a ingenuidade do coração de uma criança... Que olha o mesmo céu, e vê corações de algodão.
A vida podia ser sempre assim... Mas como não é... Quando as coisas ficam complicadas... Essa é a imagem que eu gosto de lembrar... E essas, são as sensações que eu gosto de sentir... E sorrir... Apenas com meus pensamentos...
Não abandonei o sonho de encontrar alguém... Apenas vou ter que mudar a minha linha de raciocínio... Posso deixar uma trilha de momentos bons... Operar um crescimento em valores... E deixar que alguém me encontre... Alguém que realmente queira... Ser feliz comigo!!! Apenas isso...
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