sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Vivemos pra quem?
É estranho pensar na maneira como os valores mudam em frações de segundos!
É estranho saber que muitos levam a vida como se a única coisa que importasse fosse o status!
É estranho sentir solidão e ao mesmo tempo ter medo de ter alguém e não fazer nada pra mudar isso!
É estranho perceber como vivemos em função dos outros, mesmo que seja sem querer!
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
O Menestrel
(WiLLiam Shakespeare)
Boa leitura - Textos de Amigos
By Michele Langoni Dias
Boa leitura - Textos de Amigos
É meu exorcismo, um desejo pela verdade
A que eu tenho direito.
Alguém me vê
Enquanto me lê:
Desenhamos, juntos, letra após letra.
É tudo um livro imenso
E eu me perco sem saber mais o que é meu
E o que é eu vejo."
By Ricardo Araújo
De braços abertos na chuva!

Escrever
Apenas escrever...
Não existe um motivo
Não existe um assunto
Existe a vontade
Existe a necessidade
De escrever e não falar
De sentir e expressar
Sobre o que?
Silêncio
Apenas...
Escrever
Injeção de ânimo
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Sexta-feira
Muitos me chamariam de maluca, talvez aqueles que não estão vivendo ou, nunca viveram o que estou vivendo hoje!
O dia rendeu tanto, estou com tantas idéias na cabeça, que não consigo parar de escrever! É diferente quando conseguimos ver um novo e gigantesco horizonte! É isso que estou sentindo, que não existe um limite e, eu tenho que seguir em frente!
Por isso não consigo parar! Eu gosto do que eu faço!
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Johnny Deep

Estava eu, trabalhando alegremente e incansavelmente, falando sobre como eu gosto do Johnny Deep, quando de repente, eis que surge um ser maravilhoso no meu MSN, ele mesmo: Johnny Deep! Eu adoro o Johnny Deep!
Entre tantos papéis marcantes, ele queria falar sobre seu personagem Edward mãos de tesoura! Eu queria falar sobre a minh admiração pela sua... carreira, mas ele, queria falar sobre: mãos de tesoura, nervos de aço e saúde de ferro! rsrsrsrs
Não era o Johnny Deep, era o Ric, meu amigo de redação!
Traidor! Destruidor de corações! Puto! XITACCCCC
Melhor... voltarmos ao trabalho! rsrsrsrsrsrs
Outra se não eu

Tudo começou quando um grupo de amigos que gostam de escrever resolveu se reunir para escrever sobre um mesmo tema e, foi isso que aconteceu: recebi uma missão – escrever sobre quem eu fui e, sobre quem eu sou. Quatro pessoas diferentes, escrevendo sobre a mesma coisa, reunindo-se para discutir sobre seus textos.
A primeira coisa em que pensei foi em falar sobre a minha infância, os ensinamentos que recebi de meus pais, minha família. Tive uma infância maravilhosa e, se fosse falar sobre isso, levaria uns 10 dias e 10 noites aproximadamente, sendo que, tenho 4 dias para fazê-lo. Depois pensei em falar sobre a minha adolescência, que também não foi das piores, mas renderia muitas histórias. Então, a melhor saída seria falar sobre o que eu penso de mim hoje! Assim, não descumpriria outra missão: não escrever demais.
Quando começamos a vasculhar nossa vida, lembrar de tudo que passamos, temos sensações diversas, sentimentos bons, sentimentos ruins, podemos até ter vontade de chorar... de alegria ou de dor.
Então resolvi abandonar o passado, voltar para o presente e tentar entender melhor um processo: a evolução. Quando o filme da minha vida passou na minha cabeça, não pude deixar de notar os altos e baixos, o crescimento, a vida passando, os fatos marcando, as pessoas indo e vindo, as feridas, as cicatrizes, a alegria, a dor, enfim, todos os sentimentos conhecidos e nomeados.
Tive força para chegar até aqui, acertei mais do que errei, tenho minhas fragilidades, não uso máscaras, caí e levantei (várias vezes), a cada dia aprendo coisas novas, estou aprendendo um pouco mais agora (com essa reflexão) e vou aprender mais amanhã, então, amanhã não serei mais a mesma pessoa.
Escrever sobre quem eu fui a cada dia da minha vida seria impossível, escrever sobre quem eu sou (hoje), conhecendo todos os meus defeitos e qualidades, seria perigoso, eu poderia enlouquecer ou descobrir que sou louca, por isso, decidi parar por aqui.
Para quem estiver lendo esse texto, só me conhecendo dia-a-dia para tirar suas conclusões sobre mim, mas vou confessar uma coisa: imagine que estamos apenas eu e você numa sala escura, então, sem olhar nos seus olhos eu sussurro bem baixinho – acho que na verdade, eu sou louca!
Pronto! Agora pode voltar para a sua realidade, lembre-se que existe uma música que diz que, "de perto ninguém é normal" e leia com atenção a minha conclusão:
“Não existe um: eu fui! Na verdade, só existe o: eu sou! Pois sem as minhas vivências, hoje, não seria eu!”
Eu tinha quatro dias para escrever, mas acabei terminando em 30 minutos! Essa não, até o dia da reunião com meus amigos... o que será que vai acontecer?
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Cicatrizes
Avançar é urgente!
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Roleta Russa Emocional
De que vivo numa constante
Roleta Russa Emocional
Não por um desejo
De experimentar emoções violentas
Ou de mostrar que sou corajosa
Talvez pelo medo
De deixar uma única bala
No tambor do revólver
E fazê-lo girar
Talvez pelo medo
De apontar a arma pra mim
De apontar a arma pra alguém
E não conhecer
A posição exata da bala.
Talvez pelo medo
De apertar o gatilho
E não saber
Quem vai se ferir
Temporal - PITTY
Parecia que ia durar
Tantas placas e tantos sinais
Já não sei por onde caminhar.
E quando olhei no espelho
Eu vi meu rosto e já não o reconheci
E então vi minha história
Tão clara em cada marca que tava ali.
Se o tempo hoje vai depressa
Não tá em minhas mãos
Cada minuto me interessa
Me resolvendo ou não.
Quero uma fermata que possa fazer
Agora o tempo me obedecer
E só então eu deixo
Os medos e as armas
Chega simples como um temporal (os medos e as armas)
Parecia que ia durar (os medos e as armas)
Tantas placas e tantos sinais
Já não sei por onde caminhar.
E quando olhei no espelho
Eu vi meu rosto e já não o reconheci
E então vi minha história
Tão clara em cada marca que tava ali.
Se o tempo hoje vai depressa
Não tá em minhas mãos
Cada minuto me interessa
Me resolvendo ou não.
Quero uma formata que possa fazer
Agora o tempo me obedecer
E só então eu deixo
Os medos e as armas
Eu deixo eu medos e as armas
Eu deixo os medos e as armas pra trás
E as armas pra trás
E as armas pra trás...
Me enganei... mais uma vez!
Não me enganei sobre seu jeito
Não me enganei sobre seu abraço
Não me enganei sobre seu beijo
Me enganei
Quando achei que estava preparada
Quando decidi tentar
Quando senti que podia
Quando pensei em me apaixonar
Me enganei
Sobre meus sentimentos
Sobre os seus
Sobre a verdade
Mais uma vez
Me enganei quando criei falsas expectativas
E me enganei quando tentei apagar...
Experiências não se apagam
Experiências nos fortalecem
"CADA MINUTO ME INTERESSA, ME RESOLVENDO OU NÃO!"
Alguém pra chamar de meu!
Pra chamar de meu
Parei de procurar...
E você me encontrou
Fiquei surpresa
Com seu jeito de ser e de agir
Quando olhei nos seus olhos
Achei que não ia ser apenas mais um
Depois seu sorriso, seu beijo, seu jeito de me abraçar
Confirmaram minhas expectativas
Percebi que estava diante, de uma pessoa especial!
Suas palavras
Tocaram-me
Decidi tentar de novo
Eu vi um futuro
Agora, você faz parte
Dessa que eu chamo, de minha vida!
Quando olhei nos seus olhos
Achei que não ia ser apenas mais um
Depois seu sorriso, seu beijo, seu jeito de me abraçar
Confirmaram minhas expectativas
Percebi que estava diante, de uma pessoa especial!
Ontém não escrevi
Estava fascinada por uma pessoa legal que eu tinha acabado de conhece e que, deveria estar presente naquela noite... mas, ele não foi!
Tudo bem, a noite foi muito boa, encontrei vários amigos e, mais uma vez, pude perceber o carinho das pessoas que fazem parte da minha vida! Fiquei muito feliz com a presença de todos, mas estava faltando alguma coisa... eu tinha uma expectativa que foi cultivada ao longo do dia!
Que mistura louca de sentimentos, estava muito feliz e ao mesmo tempo magoada, normalmente eu encontraria um jeito de chorar sem ninguém perceber ou escreveria sobre o assunto para refletir um pouco mais, só que ontém foi diferente, tive vontade mas não me permiti chorar, não quis escrever e mesmo assim, continuei bem! Consegui deitar e dormir - e não foi o efeito do álcool.
Hoje começou um novo dia, tudo bem que pra mim começou mais tarde do que o normal, enfim, fui dormir às cinco da manhã, depois de fechar o bar com uns amigos, ainda tivemos pique pra ir tomar batida, comer pipoca, ver show do Cranberries e dar muita risada!
Não posso reclamar do dia de ontém, foi um bom dia e, nada é por acaso! Além disso, sempre tiramos uma lição positiva de tudo!
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Mais um ano de vida se inicia, acho que esse fim, é meu momento de renovação. Mais do que na virada do ano, hoje cheguei aos meus vinte e seis anos, recebi telefonemas, mensagens, abraços, beijos... Hoje, completou-se um ciclo e... inicia-se outro! Com muitas perspectivas, pé no chão e muitos sonhos...
Amanhã é dia de comemorar no Dona Bella ao som de Decryss!
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Para onde eu corro?
Um mundo que impõe regras e leis que não são cumpridas, um mundo cheio de violência, tirania, abuso da força, opressão, sem falar nos sete pecados capitais: avareza, ira, luxúria, gula, inveja, preguiça, vaidade...
Assim definimos: violência é um ato contrário à justiça ou à razão; justiça é a conformidade com o direito, o ato de dar a cada um o que por direito lhe pertence; razão é o modo de pensar próprio ao homem, a faculdade de raciocinar ou de estabelecer conceitos e proposições de modo discursivo (não intuitivo) segundo as regras lógicas do raciocínio; raciocínio é bom senso, a idéia justificada; idéia é conceito, juízo, opinião, visão; e o juízo? Juízo é o ato ou capacidade intelectual de julgar.
Julgar? O que está em julgamento realmente? A nossa revolta com os acontecimentos violentos, com a sociedade, com aqueles que tiram de nós o que batalhamos para conseguir, a nossa sensação de impotência quando somos lesados e não podemos fazer nada, quando deitamos confortáveis em nossas camas, colocamos a cabeça no travesseiro e lembramos que na mesma cidade, no mesmo bairro, pessoas vivem em situações completamente diferentes, sem condições mínimas de levar uma vida decente e não podemos fazer nada?
É um bom argumento, quando a revolta vem, pensar no que realmente vale à pena. Podemos ficar irritados, revoltados, com aquele sentimento de justiça engasgado na garganta, mas infelizmente somos impotentes, existem situações em que nada pode ser feito, então, não vamos enlouquecer por isso.
Comprei um som para meu carro, não quis economizar, fui logo comprando o mais caro e melhor, era o que eu queria, o que eu gostei, então, não tive dúvida. Um belo dia, estava fazendo um programa bem “light” com os amigos (no bar Rei do Joelho, comendo joelho de porco e tomando cerveja) num bairro de Campinas que pode ser considerado nobre. Percebi quando um carro estacionou ao lado do meu - e que “carrão” - e também percebi dois homens dentro dele. Um abriu a porta e não o vi descer (mas desceu), depois entrou de volta, foi embora e, com ele, meu som. Na hora até percebi que alguma coisa estava errada, por isso tentei ver a placa do carro quando ele saiu e acreditem, a placa do carro estava dobrada e não consegui identificar as letras e nem os números. Pedi para que meus amigos fossem até meu carro ver se estava tudo bem e eles voltaram dizendo que o vidro estava estourado e o som não estava mais lá. Fiquei “puta”, saí correndo, peguei as chaves e entrei no carro para ir atrás, quando tentei ligar a chave, nada – os fios da bateria estavam cortados. Meu carro foi guinchado até a casa da minha cunhada, tive que ligar para meu irmão e minha mãe pedindo ajuda, chorei demais porque fiquei com muita raiva, liguei para a polícia, queria brigar com o atendente que não me deu atenção, fui ao quarto distrito fazer o B.O e tive que ficar umas duas horas esperando. Enquanto esperava tive bastante tempo para pensar nos meus CDs originais que foram levados (aqueles que só eu gostava), na minha máquina digital que eu tinha tirado do carro antes de sair de casa (não sei nem porque), queria chegar em casa e ligar para meu primo, pois sabia que ele poderia me ajudar - a maioria das famílias tem uma “ovelha negra”. Fiquei pensando também na maneira como fui atendida por telefone e no que o atendente deve ter pensado, como: “essa garota fica chorando no telefone por causa de um som automotivo enquanto as outras linhas tocam com pessoas pedindo socorro porque estão sendo agredidas, porque alguém invadiu suas casas ou tantas outras coisas graves que acontecem diariamente. Quando cansei de pensar e fiquei quieta na cadeira desconfortável, comecei a prestar atenção no que as outras pessoas falavam: um cara contava como levaram sua Hillux e seu celular, mas, não levaram o seu relógio (ele tem uma Hillux com alarme por satélite e arriscou a vida por um relógio), quase levou um tiro (mas continuava com o relógio). Uma senhora contava sobre o roubo do seu carro, que nunca tinha sentido tanto medo como naquele momento que passou com um desconhecido, que não sabia o que podia acontecer e que passou mil coisas ruins pela cabeça dela. Também uma garota com hematomas pelo corpo tinha sido agredida pela ex-namorada de seu atual namorado quando chegava em casa depois de um dia de trabalho, então alguém perguntou: e você, porque está aqui?
Nesse momento meu problema ficou tão pequeno que só consegui responder: ah, nada demais, levaram o som do meu carro.
Mas, era o meu som, foi difícil comprar e eu tinha direito de estar com raiva. Cheguei em casa e liguei para meu primo. Ele me disse que ia fazer alguns contatos e descobrir quem estava roubando naquela área utilizando um Vectra chumbo (era esse o carro que me assaltara), e que descobriria tudo mesmo sem saber a placa. O problema é que teria que acionar algumas pessoas “barra pesada” – então, pensei, será que vale à pena dever favores para pessoas assim por causa de um som? Não! Desisti dessa idéia e me conformei com o fato de ter que comprar um novo.
Sei de uma coisa: o certo não pode virar errado e eu não podia me tornar uma pessoa parecida com eles. Uma pessoa que anda de Vectra roubando um som de carro? É, essa pessoa tem problemas! Não sei porquê ele rouba nem muito menos se essa pessoa tem salvação – e não é problema meu.
Recentemente o Luciano Huck foi roubado, levaram seu relógio, quem não se lembra desse caso? Teve uma repercussão violenta o fato dele ter ficado irritado por terem levado seu relógio de trinta mil reais enquanto ele tem “muito dinheiro”. Isso é hipocrisia. As pessoas têm o direito de se sentirem invadidas, lesadas, humilhadas, independente de sua classe social, cor, religião.
Pesquisadores anunciaram, recentemente, que em breve será possível estudar o cérebro de “infratores” e achei essa uma pesquisa interessante – desde que as pessoas em questão autorizassem o estudo, lembrando que existem maneiras não violentas de fazê-las aceitar. Se não existissem os Direitos Humanos, talvez não existissem também os limites.
Voltando ao raciocínio do início deste artigo, lembrando que raciocínio é a idéia justificada, percebo que, infelizmente, aprenderemos a conviver com o medo se continuarmos buscando apenas ferramentas que nos ajudem a entender. Nessa busca por conhecimento, podemos perder os limites e prejudicar outras pessoas, em nome da ciência, para tentar entender o que estamos fazendo ou onde vamos chegar. É aí que todos se assustam...
Chegamos ao ponto em que não existe nenhum tipo de controle, todos sentem medo... da morte.
A partir daí podemos pensar em diversas coisas como a clonagem de órgãos, clonagem de seres humanos, os limites para a ciência, os valores das pessoas, a alma/espírito. São muitas coisas a serem analisadas de acordo com a vivência, as expectativas e os conhecimentos de cada um.
Então, poderia escrever um livro sobre a violência, um sobre a morte e outro sobre a vida, teria assunto e diversas abordagens, mas acho que todos eles poderiam ter o mesmo fim: se não temos controle sobre a morte, então, para que desperdiçar a vida tendo medo dela?
Ainda bem que existem os direitos humanos... pois se não existissem, talvez não existissem também os limites...
Histórias de Jornalhaços
Também arrumei um tempinho no carnaval para editar esse vídeo: num belo dia, quando as idéias não queriam sair de nossas mentes, nós jornalistas, resolvemos parar de trabalhar e nos divertir, foi quando aconteceu... olhamos para o guarda-roupa, as roupas olharam para nós e, sem exitar, começamos a pensar em histórias...
O Bongô olhou pra mim e eu me apaixonei, mas, a vida é uma caixinha de surpresas, o safado do Bongô também olhou para a Xanda. As pessoas fazem muitas coisas por amor, e a Xanda... ela rombou o Bongô de mim...
Como ela não tinha muita experiência em roubos, antes do consumar o fato, ela passou por um treinamento com o Ric, que também não tinha muita experiência, mas foi um bom professor... ela me massacrou!
Mas a vida, essa sim é uma caixinha de surpresas... o feitiço virou contra o feiticeiro e a Xanda, dessa vez, se apaixonou pelo Berimbau do Ric, foi aí que a porca torcei o rabo e iniciou-se uma batalha, que dessa vez, assim como nos filmes de ação, acabou com um final esperado... não fdá pra vencer seu mestre! O final da Xanda não foi feliz!
Então... sacudimos a poeira e... voltamos para o guarda-roupa para criar novas histórias, só que a vida, é isso mesmo que vocês estão pensando, a vida é uma caixinha de surpresas e as idéias começaram a surgir, não tínhamos mais controle sobre nossas bocas, aí não teve jeito, voltamos a trabalhar, mas é claro, registramos tudo com fotografias que agora, transformaram-se no clip acima!
Histórias de jornalistas palhaços, quer dizer, jornalhaços de primeira!
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Inferno Astral
Ontém completaram-se cinco anos da morte de meu avó! Um homem que, durante sua vida, foi a referência da família! Pena que, conforme eu falei, foin apenas durante a vida, hoje, após sua morte, alguns princípios se perderam, a família não é mais a mesma!
Hoje é aniversário do meu pai e já tem alguns dias que não nos falamos, isso dói muito!
A família é o bem maior que as pessoas podem ter e eu valorizo isso demais!
Queria sair correndo, abraçar meu pai bem forte e dizer o quanto eu o amo, mas deixei meu orgulho me sufocar, ele me magoou bastante, mas às vezes, magoamos as pessoas que amamos sem querer! Sou prova viva disso! Mesmo assim, não tive coragem de abrir meu coração!
Magoa é horrível, e não leva a nada, mesmo assim, ainda estou sufocando!
Meu tempo ainda não acabou! Estou indo para minha cama agora! Já é tarde, preciso descansar! Mas antes, vou passar pelo meu pai e dar-lhe um abraço de boa noite e... feliz aniversário!
Overdose no carnaval
Fiquei uns dias sem escrever no meu blog, devido a correria... Agora, passado o carnaval e a semana super corrida pós carnaval, encontrei um tempo para escrever sobre o que aconteceu comigo neste período... é verdade! Tive uma overdose no carnaval!
Tudo começou na sexta-feira, depois de muito trabalho fui pra casa e decidi, nada de pular nesse carnaval! Então, montei um arsenal... muitos filmes!
Já na sexta assisti "Amor além da vida", foram as primeiras lágrimas e as primeiras reflexões, depois disso, não consegui parar mais: "Caminhando nas Nuvens"; "As Duas FaCes de um Crime"; "Feito Cães e Gatos"; "Coragem Sob Fogo"; "Voltando a Viver"; "Um Sonho Distante"; "Amor Sem Fronteiras"; "Código de Honra"; "K-Pax"; "O Terminal"; "O Show de Truman"; "O Código Da Vinci"; "Ou Tudo ou Nada"; "Volcano"; "Terra de Sonhos" e o filme da minha vida, o perfeito, "UM AMOR PARA RECORDAR", além é claro dos filmes infantis que a Gabi adora: "Monstros S.A"; "Irmão Urso"; "O Espanta Tubarões"; "Vida de Inseto"... ahhhh, também teve os DVD's de Show: Bee Gees, U2, etc...
Meu Deus, foi uma bela overdose!
Foram dias de reflexão... chorei bastante, também sorri, pensei em várias coisas e o melhor, escrevi bastante! rsrsrs
Quando gostamos, tudo é motivo para escrever e, dessa vez, tive motivo de sobra!
Pena que agora... estou em crise existencial! rsrsrsrs
Não pensem que enlouqueci, já estou voltando ao normal, e, para o próximo ano, já estou combinando sobre a minha presença na Sapucaí!



